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Crowdfunding, Investidor-Anjo, Private Equity, Venture Capital


Um dos maiores desafios do empreendedor brasileiro é obter dinheiro para financiar o seu negócio. Não basta ter a ideia inovadora: os recursos financeiros são essenciais.

O financiamento coletivo, também chamado de crowdfunding, nada mais é do que a obtenção de capital para iniciativas de interesse coletivo através da agregação de múltiplas fontes de financiamento, em geral pessoas físicas interessadas na iniciativa.

Através do crowdfunding, o montante é obtido por meio de pequenas contribuições efetuadas por um conjunto de investidores. A arrecadação dos valores é feito por um sistema de contrapartidas, no qual o apoio dos investidores implica sempre algum tipo de retorno. É da responsabilidade do promotor do projeto criar as contrapartidas e decidir aquilo que quer dar em troca aos investidores.

Já o investidor-anjo, de acordo com o site Anjos do Brasil, “é normalmente um (ex-) empresário/empreendedor ou executivo que já trilhou uma carreira de sucesso, acumulando recursos suficientes para alocar uma parte (normalmente entre 5% a 10% do seu patrimônio) para investir em novas empresas, bem como aplicar sua experiência apoiando a empresa”. O investimento-anjo não é uma atividade filantrópica e/ou com fins puramente sociais. O Investidor-Anjo objetiva investir em negócios com alto potencial de retorno. Esses investidores podem ajudar o empreendedor a tirar uma ideia do papel. Resumindo, o objetivo do investidor anjo é aplicar em negócios com alto potencial de retorno, possuindo participação minoritária no negócio.

Acerca dos fundos de Private Equity e Venture Capital, estes se destacam por ser uma opção de captação de recursos bastante atrativa. Eles financiam empreendimentos de alto risco e elevadas perspectivas de retorno. Importante salientar que o processo decisório desses investimentos requer cuidadosa business due diligence. Após investirem, os gestores protegem o valor de sua aplicação, incorporando-se à administração dos empreendimentos, utilizando práticas de governança mais avançadas e com poderes de supervisão e gestão estratégica, mesmo que ainda não possam deter o controle de capital votante. Tais funções não poderiam ser economicamente conduzidas por intermediários regulamentados.

Os recursos provenientes de investidores constituem fonte primordial para o financiamento de novas empresas, ou melhor, startups. No entanto, a análise do endividamento requer uma boa administração financeira do novo empreendedor. O importante é a saúde financeira do seu projeto.

#AtualidadesJurídicas #DireitoEmpresarial

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